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As bebidas de meu pai

17 de março de 2014 às 14:42

Duo Bebida – Por Aldo Cadorin

vinhos1Lembro-me de quando era criança, nas refeições, por mais frugais que fossem, o vinho era indispensável, sobretudo no inverno. Nestas épocas, as sopas quentes sempre antecediam o prato principal.
Meu pai colocava sempre um pouco do vinho tinto seco na sopa. Depois, ele e os adultos tomavam uma taça de vinho para acompanhar a refeição. Vez por outra, nós crianças podíamos tomar um gole, geralmente com açúcar.  Na época, o vinho era feito na região, com uvas comuns de mesa que eram mais fáceis de cultivar. As videiras de uvas especiais trazidas pelos imigrantes italianos não progrediram e foram se extinguindo com as doenças daqui. Comprava o vinho em barricas de madeira de 100 ou 120 litros, o transferia para garrafas, colocava a rolha e cobria com cera para vedar.

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Entrevista com Aldo Cadorin

17 de janeiro de 2014 às 14:36

Profissão: Sommelier
Aldo Cadorin, um verdadeiro amante do vinho.

Quando Aldo Cadorin, 67 anos, decidiu qual seria a carreira que iria seguir, a primeira opção foi administrador de empresas. Ele é graduado e pós-graduado (CEAG) pela EAESP/FGV, uma das melhores escolas do país. Trabalhou em diversas organizações e viajou o mundo como executivo.

av-cadorinChegando à casa dos 50 anos, foi acalentando a ideia de trabalhar com o que o fascinava. E foram, sobretudo nas viagens que vez, só ou com a esposa Odete que ele deixou se encantar pelo mundo dos vinhos.
Fruto de uma viagem em 1990 à SIAL em Paris com a esposa, em 1991, Odete iniciou em Joinville uma CROISSANTERIE, pioneiro por aqui a época. Começou no varejo com lanches de croissant e depois foi para a linha de congelados em geral: além dos croissants, incorporou os folhados, pães de queijo, quiche, empanadas, etc. Foram vendidas gradativamente as lojas de varejo nos shoppings e a De Marseille partiu para o atacado nos alimentos, o que perdura até hoje.

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Espumantes, Brancos, Rosés e Tintos Leves

17 de dezembro de 2013 às 14:53

espumantesChegou a estação da descontração. Festas, férias, praia… As pessoas saem mais às ruas, encontram os amigos, comemoram a vida.

É tempo de espumantes, vinhos brancos, rosés e tintos leves. Combinam mais com o clima, com as frutas da época, frutos do mar, comidas e seus molhos mais leves.

Os espumantes brasileiros são destaque à parte nesta época. Eles têm características únicas de frescor e hoje já são destaque mundial dentro de suas características. Isto quer dizer que não vamos buscar neles produtos densos, encorpados. Para isso, temos os belos champanhes franceses e os tops italianos. Nos nossos, o destaque é a fruta, o frescor!

Foi um longo caminho até chegarmos aqui. Apaixonados que somos por coisas importadas, o mundo teve que nos dizer primeiro que nosso espumante era muito bom. As premiações mundiais e nacionais se sucedem!

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